Sob nova direção: 3 primeiros passos para iniciar as operações do negócio que acabei de comprar

Investir em uma empresa já instalada traz uma série de vantagens, especialmente quando a aquisição é feita por intermédio de uma consultoria, como é o caso da Monteiro de Siqueira. A compra com o suporte especializado dá mais segurança ao processo por ter a transparência nas informações e a possibilidade de confirmação dos dados financeiros do negócio como pontos-chave para o fechamento do negócio, oferecendo assim menor risco ao empresário que está investindo.

Mas assim que o negócio é concretizado e passa para a nova direção, o novo proprietário, independentemente se já possui experiência no ramo ou não, precisa tomar algumas providências. Listamos a seguir três dessas providências, que podem ser considerados os primeiros passos para iniciar as operações do novo negócio.

Avaliar a infraestrutura

Como destacado acima, fechar negócio com o apoio de uma consultoria especializada já é um passo importante para que o retorno com o investimento seja alcançado. Mas ainda assim, independentemente do ramo de atuação, quando iniciar as operações, faça uma avaliação detalhada sobre a estrutura do negócio que comprou e seus ativos.

Por estrutura entende-se desde questões como decoração, mobiliário, apresentação visual, frota de veículos, computadores, prateleiras, software de gestão, maquinários… A conclusão após a avaliação pode ser que não há necessidade de investir em estrutura neste primeiro momento. Mas se houver, liste quais são as prioridades. Sendo prático na escolha do que irá fazer, opte por investir em itens da estrutura que influenciam diretamente no resultado do negócio e contribuem para geração de caixa e a longevidade da empresa.

Conhecer a clientela

Na compra do negócio, as informações sobre o público-alvo são essenciais. Verifica-se isso pelos dados dos clientes e também pelo ramo de atuação e pela própria localização do negócio. Temos boas pistas sobre quem é a cliente a partir do que é comercializado e do movimento no entorno do estabelecimento.

Mas o recomendado é que no início das operações, o novo proprietário crie formas de obter mais informações sobre a clientela. Para empreendimentos de menor porte, que funcionam em bairros, por exemplo, circular pela vizinhança, conversar com outros empresários, pode render bons insights sobre o público que deve mirar.

Em outros negócios, pequenos questionários podem ajudar. Case a pesquisa com alguma recompensa. O que você pode dar em troca por no máximo cinco perguntas? Procure ser direto nas perguntas. A ideia é captar o essencial, aquilo que possa ajudar a identificar hábitos, grau de interesse. Esta ação é possível de ser executada de formas variadas: no próprio estabelecimento, em eventos como feiras e exposições ou online com a ajuda de ferramentas como os formulários grátis do Google.

Divulgar as novidades

Muitos empreendedores quando assumem a gestão de um novo negócio costumam avisar que o mesmo agora está “sob nova direção”. Em alguns, que fazem atendimento direto ao consumidor final, é comum aparecer uma faixa pendurada junto à fachada do estabelecimento. Mas será essa a melhor estratégia para divulgar a mudança? Pode ser um tiro no pé.

Como já vimos aqui no blog da Monteiro de Siqueira, a venda de um negócio pode ter inúmeros motivos. Mas ao ver a faixa do “sob nova direção”, a primeira coisa que o público pensa é que o negócio não estava dando certo, que o produto ou serviço oferecido não era bom e que por isso o antigo dono precisou passar o ponto.

Procure ser criativo ao comunicar as novidades do negócio sem que precise estender uma faixa “sob nova direção”. Crie promoções, use as redes sociais, fidelize os clientes atuais para que eles sejam “embaixadores” da novidade.
Não precisa dar detalhes sobre a negociação, mas aponte sempre os pontos positivos da mudança, o que pretende fazer, o que tem a oferecer a partir da decisão de investir no empreendimento. Ou seja, em vez da decisão de venda do antigo proprietário, valorize a sua decisão de comprar o negócio e torná-lo melhor.

Quer conhecer oportunidades de negócios e saber mais sobre como adquirir uma empresa? Consulte a Monteiro de Siqueira.

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Agente de negócios, o melhor amigo de quem compra uma empresa

agente de negócios

Entrar no mundo dos negócios e comprar uma empresa não é tão simples quanto parece. Um empreendimento aparentemente sólido pode esconder armadilhas que se revelam apenas mais adiante, quando já é tarde demais para desistir da compra. É por isso que, nessas horas, contar com a parceria de um agente de negócios faz toda a diferença.

O consultor ou agente de negócios é o melhor guia para conduzir os passos de quem deseja adquirir uma empresa. Agindo como um “escudeiro”, ele trabalha para garantir que o negócio será seguro e vantajoso para seu cliente. Esse profissional é o mais capacitado para auxiliar na verificação da situação financeira e legal da empresa, supervisionar todas as auditorias necessárias na transação e até mesmo orientar na escolha do negócio que melhor se encaixa ao perfil do comprador.

Além de auxiliar na verificação da parte legal e financeira, o agente de negócios faz a estruturação do processo de compra, atuando no passo a passo junto à negociação e na definição da melhor estratégia para a aquisição. O objetivo ao definir essa estratégia é otimizar o capital do comprador, maximizando o retorno financeiro do negócio e minimizando os riscos envolvidos na transação.

Esse trabalho de parceria ainda pode oferecer outros benefícios para o comprador. Na Monteiro de Siqueira, um dos métodos adotados nas negociações que amplia consideravelmente a possibilidade de sucesso do empreendimento é o treinamento que o vendedor faz com o comprador. Nesse momento, o comprador tem acesso às operações e aos processos gerenciais da empresa, o que auxilia e simplifica a gestão do dia-a-dia do negócio. O período de treinamento é combinado de acordo com as necessidades e a disponibilidade dos envolvidos.

Outra vantagem é a possibilidade de financiar a empresa diretamente com o antigo proprietário, parcelando a despesa por um prazo mais extenso. A Monteiro de Siqueira oferece um método de pagamento em que uma parte do valor da empresa pode ser financiada pelo proprietário do negócio ao comprador, com prazos e formas de pagamento negociados entre as duas partes. Essa forma de fazer negócio possibilita ao comprador um menor desembolso à vista e mantém o vendedor interessado no sucesso da empresa depois da venda.

Em resumo, não é preciso ser especialista em negócios e nem entender profundamente de finanças e direito para adquirir uma boa empresa e fazer um negócio seguro. Basta contar com os profissionais certos, que orientarão o comprador nos primeiros passos para o caminho do sucesso.

 

Você quer mais informações sobre compra de empresas? Solicite uma consultoria gratuita clicando aqui.

Escrito por Felipe Monteiro de Siqueira, administrador de empresas e diretor da Monteiro de Siqueira Business Brokers, de Florianópolis.

Quero comprar uma empresa – o que devo fazer?

compra e venda de empresa

Empresa à venda nem sempre significa empresa com problema. Um grande número de negócios disponíveis hoje no mercado encontra-se em situação financeira saudável e está à venda por diversos motivos. É claro que, nesse grupo, há empresas com problemas de caixa ou gestão, mas essas geralmente são compradas por empresários acostumados a adquirir empreendimentos em dificuldade, recuperá-los e revendê-los com um lucro expressivo na operação.

Mas como fazer para identificar o melhor negócio? Em primeiro lugar, o empresário precisa descobrir com qual ramo de atividade ele tem mais identificação e se sente melhor ambientado trabalhando. Gostar do que faz é o ponto mais importante a ser observado. Também é preciso analisar o mercado em que a empresa atua. É importante que ele esteja consolidado e tenha perspectiva positiva.

Definidas essas questões, o empresário deve realizar um levantamento informal para compreender se o tamanho da empresa que será adquirida está de acordo com sua capacidade de gestão e dedicação para o negócio. Além do tamanho, é importante observar a disponibilidade de capital que o empresário possui para a aquisição, para evitar dar o passo maior que a perna assumindo compromissos ou pagamentos futuros que não podem ser saldados.

Escolhida a empresa, é preciso verificar se ela está endividada. O comprador deve solicitar as certidões negativas de tributos federais, estaduais e municipais, verificar a existência de débitos ocultos e a validade de alvarás e autorizações de funcionamento. Relações contratuais, como aluguéis, fornecedores e clientes, também devem ser averiguadas. A empresa deve passar por uma auditoria financeira e contábil que irá verificar a veracidade dos números apresentados pelo proprietário e garantir que o negócio está com boa saúde financeira. Também é importante que se faça uma due dilligence jurídica para checar a existência de passivos ocultos ou riscos para o negócio.

Considerando a importância de cada uma dessas etapas para a segurança de quem vai investir, o caminho mais tranquilo é contar com profissionais especializados em compra e venda de empresas, que se encarregarão de proteger o comprador de qualquer problema ligado ao negócio. Se você tem interesse em adquirir uma empresa, mas tem dúvidas sobre qual caminho seguir, fale com um agente de negócios, que poderá orientá-lo da melhor forma em todas as fases da transação.

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Escrito por Felipe Monteiro de Siqueira, administrador de empresas e diretor da Monteiro de Siqueira Business Brokers, de Florianópolis.

Por que comprar uma empresa em funcionamento

compra de empresas

Na hora de apostar em um negócio, muitos investidores partem para a abertura de uma nova empresa sem sequer cogitar a possibilidade de comprar uma empresa em funcionamento. Mas basta pesquisar as oportunidades do mercado para descobrir que o melhor negócio, muitas vezes, já está pronto, montado e gerando lucro. Basta apenas que um novo gestor assuma seu comando.

As vantagens são muitas para quem investe em uma empresa que já tem história – a começar pelo tempo. Pesquisas para encontrar o ponto comercial ideal, projeto arquitetônico, obras, reformas, aquisição de equipamentos, treinamento de equipe, obtenção de licenças e alvarás, entre outras tarefas, demandam esforço enquanto o tempo passa. E como agravante ainda há o risco de, no final das contas, o negócio não dar certo. Quando tudo isso já está pronto, o empreendedor pode focar seu tempo na gestão e no planejamento do negócio.

Outro grande trunfo da empresa já existente é a marca construída e o conhecimento do público. Considerando que todo negócio que começa do zero precisa construir sua marca e sua fama no mercado, isso também significa economia de tempo e dinheiro. Com uma carteira de clientes formada, o empreendedor já inicia a escalada alguns degraus acima.

A geração de caixa, que na empresa recém-inaugurada pode levar meses, é imediata na empresa mais antiga. A companhia adquirida geralmente já superou as fases iniciais de um negócio, que costumam ser as mais difíceis, o que torna a possibilidade de sucesso consideravelmente maior.

O histórico de compra, crédito e relacionamento com os fornecedores também torna a vida do empresário mais fácil. Essa aproximação frequentemente resulta em benefícios comerciais, como melhores condições de pagamento e descontos diferenciados na aquisição de produtos.

A segurança de comprar um negócio com resultado e rentabilidade comprovada é valiosa para qualquer empreendedor, especialmente em período de retração econômica. Quando se tem histórico financeiro, previsão futura de faturamento e dinheiro entrando no caixa, fica muito mais fácil planejar os rumos do negócio, esteja a economia como estiver.

 

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Escrito por Felipe Monteiro de Siqueira, administrador de empresas e diretor da Monteiro de Siqueira Business Brokers, de Florianópolis.

Momento econômico favorece a compra de empresas

compra de empresas

Mercado em baixa e economia em retração, via de regra, fazem os empresários puxarem o freio de mão dos investimentos. Mas o que poucos se dão conta é de que este é o momento ideal para aproveitar as oportunidades que surgem com a crise e dar um passo além do que prega o senso comum.

Estamos no momento ideal para a compra de empresas. O mercado coloca à disposição boas oportunidades de aquisição de companhias sadias e lucrativas que, por diversos motivos, estão à venda. A economia em retração provoca uma queda geral nos preços dos ativos e também das empresas que estão à venda. Em resumo, o cenário revela ótimas oportunidades de investimento, tanto pela redução de preços quanto pela flexibilidade nas formas de pagamento.

Se o momento é de cautela para iniciar um negócio, a compra de uma empresa em atividade é uma operação muito mais confiável. A lógica é simples: assumir a operação de uma máquina que já funciona bem é mais fácil e seguro do que começar a montar uma máquina do zero. Isso significa que o empreendedor pode dispensar muitas atividades que demandam tempo e dinheiro em excesso, minimizando os riscos do negócio e aumentando as chances de sucesso.

Quando compra uma empresa, o investidor também tem acesso aos históricos de desempenho da companhia. Ou seja, tem a chance de conhecer como a máquina que ele comprou se comporta e por quais situações ela já passou. Isso permite ao gestor se antecipar a acontecimentos que fujam da normalidade, analisar os períodos de crise e, conhecendo o cenário que enfrentará, tomar as medidas necessárias para minimizar os riscos, facilitando a gestão do caixa da empresa.

 

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Escrito por Felipe Monteiro de Siqueira, administrador de empresas e diretor da Monteiro de Siqueira Business Brokers, de Florianópolis.

Comprar empresas não é só para os grandes

compra de empresas

Engana-se quem pensa que adquirir uma empresa em funcionamento é negócio exclusivo para grandes investidores ou grandes grupos empresariais. Esse mercado também engloba as pequenas e médias companhias, por isso há boas opções de investimentos para todos os bolsos. 

Os bancos disponibilizam várias linhas de financiamento que permitem ao comprador levantar recursos para a aquisição. Outra opção é parcelar a compra da empresa com o próprio empresário vendedor, diluindo, assim, ao longo de um ou dois anos, o valor do desembolso.

A vantagem de apostar nessa estratégia de aquisição é a possibilidade de pagar as despesas com o faturamento da empresa. Nesse caso, geralmente o comprador dá uma entrada de cerca de 30% ou 40% do valor total da empresa e parcela o saldo restante. Assim, é possível pagar a aquisição com a própria geração de caixa do negócio, o que deixa o comprador numa situação financeira mais confortável, já que não será necessário se descapitalizar por completo para realizar a aquisição.  A ideia com esse tipo de estratégia é que o próprio empreendimento tenha a capacidade de se pagar, permitindo que o comprador mantenha uma reserva de capital para investimentos futuros ou para situações de emergência.

É preciso estar atento às oportunidades que o mercado oferece para crescer de forma rápida e menos custosa. A atual situação econômica do País não favorece arriscar-se na abertura de novas empresas, mas, com visão empreendedora, é possível identificar bons negócios disponíveis para aquisição. Assim, nesse cenário de incertezas, o mais indicado e seguro é comprar uma empresa em funcionamento, que já está consolidada e que atravessará o momento de crise com menos riscos do que um novo negócio.

Por Felipe Monteiro de Siqueira, administrador de empresas e diretor da Monteiro de Siqueira Business Brokers, de Florianópolis.